Dor de cabeça que não passa: causas comuns e o que fazer para aliviar
A dor de cabeça que não passa pode ter múltiplas origens, como enxaqueca crônica, cefaleia tensional ou uso excessivo de medicamentos, exigindo diagnóstico preciso, atenção aos sinais de alerta e manejo integrado com fármacos e mudanças no estilo de vida.1,2,3
A dor de cabeça que não passa pode comprometer significativamente a qualidade de vida e bem-estar, impactando negativamente na produtividade e nas relações sociais.
Entender as causas desse tipo de incômodo persistente, reconhecer sinais de alerta e conhecer as opções de manejo é fundamental para amenizar o problema e melhorar a qualidade de vida.1,2
O que pode ser uma dor de cabeça que não passa?
Quando pensamos na causa da dor de cabeça que não passa, precisamos considerar que as cefaleias podem ter origens diversas.1
As mais comuns são a enxaqueca e a cefaleia tensional, ambas de caráter crônico em muitos pacientes. Elas são classificadas como primárias, ou seja, não há uma causa adjacente por trás da dor.1,4
Em outros casos, a dor está relacionada ao uso excessivo de medicamentos ou a condições secundárias, como hipertensão arterial, traumas ou distúrbios neurológicos.4,5
Saiba mais: Cefaleia primária: o que é, causas e como tratar de forma eficaz
Qual tipo de dor de cabeça é preocupante?
Para entender qual tipo de dor de cabeça é preocupante é preciso considerar características como intensidade, duração e sintomas associados. Ela é mais preocupante conforme as formas de manifestação fogem do padrão habitual ou se intensificam.3
As cefaleias acompanhadas de alterações neurológicas, visão turva, febre, rigidez na nuca ou com início súbito e intenso são as mais preocupantes, sendo esses sinais indicativos da gravidade do quadro. Nesses casos, a avaliação médica imediata é essencial.3
Quais são os tipos de dor de cabeça que não passam facilmente?
Entre as causas de dor de cabeça persistente, destacam-se três condições principais:
- Enxaqueca crônica que envolve crises em mais de 15 dias por mês, por pelo menos três meses consecutivos, gerando impacto significativo no cotidiano;
- Cefaleia tensional crônica que está associada ao estresse e à tensão muscular, especialmente na região cervical;
- Cefaleia por uso excessivo de medicação, que ocorre quando analgésicos são usados em excesso, levando ao efeito rebote.1,4
Essas condições exigem atenção diferenciada, já que o manejo vai além do uso ocasional de analgésicos. É fundamental compreender as opções disponíveis de tratamento, que incluem abordagens farmacológicas preventivas e mudanças no estilo de vida.2
Quais são os tratamentos para dores de cabeça persistentes?
O tratamento para dor de cabeça crônica envolve abordagem multifatorial. Quando prescritos pelo médico responsável, os medicamentos preventivos podem reduzir a frequência das crises, enquanto os analgésicos, como o ibuprofeno, oferecem alívio em episódios agudos.2
Entre as opções disponíveis, Spidufen® 770mg (ibuprofeno arginina) atua de forma rápida e eficaz, com boa tolerabilidade, sendo indicado para o alívio em situações de intensidade leve a moderada, como em caso de cefaleia tensional. A arginina na formulação faz com que seu início de ação seja a partir de 5 minutos, mais rápido que ibuprofeno convencional.6-9
As estratégias complementares entram como coadjuvantes para minimizar a frequência e intensidade das crises e incluem fisioterapia, técnicas de relaxamento e ajustes no sono e na alimentação.2
Quando é necessário procurar um médico?
Saber quando consultar um médico é essencial para a segurança do paciente. Se a dor for persistente, ocorrer diariamente ou não responder ao tratamento usual, a avaliação profissional é indispensável para a melhor condução do diagnóstico e do tratamento.3
Mudanças súbitas no padrão da dor, como maior intensidade ou sintomas neurológicos, também exigem atenção médica imediata.3
Existem mudanças no estilo de vida que podem ajudar a reduzir a frequência ou intensidade das dores de cabeça?
Os hábitos de vida saudáveis têm papel fundamental no manejo da cefaleia. Entre as práticas mais recomendadas está o controle do estresse, manter uma rotina de sono adequada e equilibrar a dieta. Essas condutas ajudam a reduzir crises.2
Já a prática regular de atividades físicas e técnicas de relaxamento também contribuem para diminuir a frequência e intensidade do incômodo. Embora não substituam o tratamento medicamentoso, essas estratégias fortalecem a resposta ao manejo clínico.2,5
Quais são os sinais de alerta que indicam uma condição mais séria?
Para o paciente com dor de cabeça que não passa, alguns sinais não devem ser ignorados. Entre eles, dores intensas de início súbito, alteração de comportamento, perda de consciência ou associação com crises convulsivas.3
Nesses casos, é preciso buscar atendimento médico emergencial. A identificação precoce de condições secundárias é fundamental para garantir segurança e eficácia no tratamento; portanto, o paciente deve informar ao médico o uso de medicamentos ou substâncias, quedas e possíveis traumas, e histórico de saúde, para melhor definição diagnóstica.3
Leia também: Como aliviar a dor de cabeça constante e prevenir crises
Qual é a causa da dor que não passa com nenhum remédio?
Se a sua dor de cabeça não melhora com os remédios habituais ou for persistente, procure avaliação médica. A causa pode variar — por exemplo, uso excessivo de analgésicos (cefaleia por medicação), enxaqueca, cefaleia tensional, sinusite, problemas de visão, distúrbios do sono ou outras cefaleias secundárias.1,4
O médico fará o diagnóstico correto com base no seu histórico, exame físico e, se necessário, exames complementares.1,4
Como é a dor de cabeça por pressão alta?
Para pacientes hipertensos e com tendência à cefaleia, é importante compreender como é a dor de cabeça de pressão alta. Esse tipo costuma se manifestar de forma difusa, geralmente acompanhada por sintomas como tontura, visão embaçada e mal-estar geral.3
Apesar de não ser o sintoma mais comum da hipertensão, pode indicar um quadro grave, como crise hipertensiva, que exige atendimento médico imediato.3
A dor de cabeça que não passa é multifatorial e requer avaliação médica para um diagnóstico preciso e plano de cuidado individualizado. Reconhecer sinais de alerta e diferenciar os tipos de cefaleia orienta a conduta adequada. Medidas de autocuidado e o uso responsável de analgésicos podem ajudar nos casos leves e moderadas, mas quadros persistentes, atípicos ou com sintomas neurológicos devem ser investigados prontamente.1-5
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Referências
1. Potter, Rachel et al. 2018. Diagnostic and classification tools for chronic headache disorders: A systematic review. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6710619/
2. Beran, Roy G. 2014. Management of chronic headache. Disponível em: https://www.racgp.org.au/afp/2014/march/chronic-headache/
3. Pohl, Heiko. 2022. Red flags in headache care. Disponível em: https://headachejournal.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/head.14273
4. Cheema, Sanjay et al. 2023. New daily persistent headache: A systematic review and meta-analysis. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/03331024231168089
5. Peng, Kuan-Po; Rozen, Todd D. 2023. Update in the understanding of new daily persistent headache. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/03331024221146314
6. Cajaraville, Juan Pérez. 2021. Ibuprofen Arginate for Rapid-Onset Pain Relief in Daily Practice: A Review of Its Use in Different Pain Conditions. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33531831/
7. Cattaneo D, Clementi E. Clinical pharmacokinetics of ibuprofen arginine. Curr Clin Pharmacol. 2010;
8. Novalbos Reina J, Francisco-Abad S. La arginina mejora la eficacia y seguridad del ibuprofeno. Actualidad en farmacología y terapêutica. 2006,
9.Bula Spidufen®, Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda.
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Spidufen® ibuprofeno arginina. Granulado sabor damasco para solução oral e comprimido revestido 770 mg (equivalente a 400 mg de ibuprofeno e 370 mg de arginina). Indicações: Alívio da dor leve ou moderada: cefaleia, nevralgias, dismenorreia (cólica menstrual), pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares e traumáticas. Febre e tratamento sintomático da gripe. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Este medicamento não deve ser utilizado por menores de 12 anos sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Registro MS.: 1.0084.0148 – (BPSSPIGRA770V6 e BPSSPICOM770V2).
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. SPIDUFEN É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.
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