O que causa dor de cabeça: 19 motivos comuns que você precisa saber
A dor de cabeça pode surgir por diferentes mecanismos, incluindo alterações vasculares, tensão muscular, estímulos sensoriais, flutuações hormonais e condições secundárias como infecções, traumas e elevação da pressão intracraniana. O diagnóstico correto é o primeiro passo para manejo da dor e dos sintomas associados.1
Cerca de 52% da população mundial experimenta algum tipo de cefaleia ao longo do ano, e 15,8% enfrentam esse desconforto diariamente, evidenciando a importância de compreender o que causa dor de cabeça e garantir um diagnóstico preciso.2
Neste artigo, você conhecerá os fatores que provocam desconforto na região craniana, os tipos mais frequentes, os sinais que podem acompanhar o problema e os momentos em que é indicado buscar avaliação médica, incluindo orientações para controle e alívio do quadro.
O que é dor de cabeça?
A dor de cabeça é uma sensação dolorosa localizada na região craniana, podendo acometer um ou ambos os lados da cabeça, a nuca, a testa ou a área ao redor dos olhos.1,3
O quadro pode ocorrer de forma isolada ou associado a outros sintomas, como náusea, sensibilidade à luz e sons.3
As cefaleias dividem-se em primárias, quando o sintoma é o próprio distúrbio (como enxaqueca e cefaleia tensional), e secundárias, quando decorrem de outra causa, como infecção, trauma ou alterações vasculares.1
O que causa dor de cabeça?
Antes de mais nada, é importante compreender que a dor de cabeça pode surgir por diversas razões, envolvendo diferentes mecanismos fisiológicos e fatores externos. A seguir, apresentamos 19 causas frequentes que podem provocar episódios:4,5
1. Alterações vasculares: mudanças no calibre dos vasos cerebrais ou extracranianos podem provocar dor pulsátil, típica da enxaqueca;4
2. Tensão muscular: contração prolongada de músculos do pescoço e couro cabeludo relacionada ao estresse, ansiedade ou má postura;4
3. Processos inflamatórios: inflamações locais ou sistêmicas estimulam terminações nervosas da região craniana, gerando dor, como artrite cervical ou disfunção das articulações facetárias;5
4. Distúrbios ou alterações hormonais: variações nos níveis de estrogênio e progesterona, especialmente no ciclo menstrual, na menopausa, ou devido ao uso de contraceptivos hormonais;4
5. Privação de sono: sono insuficiente ou fragmentado altera a liberação de neurotransmissores envolvidos na modulação da dor;3
6. Jejum prolongado ou hipoglicemia: a redução dos níveis de glicose no sangue pode desencadear cefaleia, principalmente em pessoas predispostas;3
7. Desidratação: a diminuição de líquidos corporais pode contribuir para dor de cabeça por mecanismos diversos;4
8. Uso excessivo de analgésicos: o consumo frequente de medicamentos para dor pode gerar cefaleia por abuso de medicação;5
9. Estímulos sensoriais intensos: exposição prolongada à luz forte, sons altos ou odores intensos desencadeia crises em indivíduos sensíveis;3
10. Estresse emocional e ansiedade: estados emocionais prolongados aumentam a tensão muscular e sensibilizam o sistema nervoso central;4
11. Doenças infecciosas: viroses, gripes, sinusites e meningites são causas frequentes de cefaleias secundárias;5
12. Traumatismos cranianos: pancadas ou lesões na cabeça podem gerar dor persistente, com origem inflamatória ou neurológica;5
13. Hipertensão arterial: a dor costuma surgir em emergências ou crise hipertensiva, quando há elevações súbitas e intensas da pressão. Quadros de hipertensão leve ou moderada, isoladamente, raramente provocam dor;3
14. Abstinência de cafeína: a interrupção abrupta do consumo diário de café, chás ou energéticos pode provocar cefaleia por vasodilatação;3
15. Uso de álcool ou outras substâncias: a ação vasodilatadora e desidratante do álcool está associada à “dor de cabeça pós-festa” ou cefaleia por ressaca;5
16. Crises alérgicas e rinossinusites: congestão nasal e inflamação dos seios da face pressionam estruturas sensíveis, gerando dor facial e frontal;4
17. Doenças neurológicas e estruturais: tumores, aneurismas, malformações vasculares e hipertensão intracraniana são causas menos frequentes, mas potencialmente graves de dor de cabeça;5
18. Alterações visuais e oculares: fadiga ocular, glaucoma e erros de refração podem causar dor na testa e ao redor dos olhos;3
19. Esforço físico intenso ou tosse: aumentam a pressão intracraniana, provocando dor súbita e localizada, muitas vezes benigna.3
Saiba mais: Dor de cabeça multifatorial: o que é, causas e como aliviar rapidamente
Quais são os tipos de dor de cabeça?
Atualmente, a classificação diferencia cefaleias primárias e secundárias, subdividindo-as conforme a origem e os sintomas predominantes.1 São elas:
- Cefaleia tensional: pressão ou aperto em ambos os lados, de intensidade leve a moderada, sem piora com esforço físico;1
- Enxaqueca: dor pulsátil, de intensidade moderada a forte, acompanhada de náusea, sensibilidade à luz e som. Pode vir precedida por aura visual;3
- Cefaleia em salvas: crises curtas e muito intensas em torno de um olho, com sintomas autonômicos;1
- Cefaleias secundárias: decorrentes de causas específicas, como sinusite ou traumatismo.5
Reconhecer cada tipo é fundamental para definir o tratamento adequado e evitar complicações.
Quais são os sintomas mais comuns?
Os sintomas variam conforme o tipo de cefaleia, mas os mais relatados incluem:3,4
- Dor pulsátil ou em pressão;
- Fotofobia;
- Fadiga;
- Rigidez cervical;
- Irritabilidade;
- Redução da concentração.3,4
Mudanças repentinas no tipo de dor, nos sintomas que a acompanham ou na frequência, devem ser avaliadas por um médico, já que podem sinalizar causas secundárias.5
Por que o diagnóstico é importante?
O diagnóstico correto é essencial para direcionar o tratamento e prevenir a cronificação do quadro.2,3
Estima-se que grande parte dos pacientes com enxaqueca ainda não tem diagnóstico formal, o que leva ao uso inadequado de medicamentos e ao aumento da incapacidade funcional.2,3
Ao identificar os fatores de risco e reconhecer que tipo de dor de cabeça é preocupante é possível buscar intervenção qualificada e precoce, com consequente melhora da qualidade de vida.5
Dor de cabeça pode ser sintoma de alguma doença grave?
Embora a maioria das cefaleias seja benigna, alguns quadros podem sinalizar condições como hemorragias intracranianas, tumores, meningites ou distúrbios vasculares.1
Esses casos apresentam sinais de alerta, como início súbito de dor intensa, déficit neurológico, febre alta, rigidez de nuca ou alteração de consciência.5
Nessas situações, a investigação deve ser imediata, incluindo exames laboratoriais e de imagem quando indicado.3
Quando devo procurar um médico por causa de uma dor de cabeça?
É recomendado procurar avaliação profissional sempre que surgir um padrão novo de desconforto, houver alteração na intensidade ou frequência, ocorrer associação com outros sintomas sistêmicos ou quando a dor não melhorar com analgésicos comuns.5 Entre os sinais de alerta incluem:
- Dor súbita;
- Piora progressiva da dor;
- Febre alta;
- Rigidez de nuca;
- Alteração visual;
- Sintomas neurológicos;
- Dor contínua por mais de 72 horas, apesar de medidas usuais;
- Dor de cabeça que surge após trauma.5
Pessoas com crises recorrentes que interferem na rotina devem manter acompanhamento para diagnóstico preciso e plano terapêutico individualizado.3
O que é bom para aliviar a dor de cabeça?
O tratamento depende da causa, mas geralmente inclui medidas combinadas, como descanso, hidratação, controle do estresse, correção postural e uso de analgésicos ou anti-inflamatórios não esteroides (AINEs).3
Entre os AINEs, o ibuprofeno arginina, apresenta início da ação mais rápido em comparação com o ibuprofeno convencional, com início de ação a partir de 5 minutos e maior tolerabilidade gástrica.6-9
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A dor de cabeça é um sintoma multifatorial, que pode refletir desde alterações benignas até doenças específicas. Conhecer as causas, os tipos e sintomas mais comuns são passos fundamentais para o manejo adequado.3
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Referências
1. Headache Classification Committee of the International Headache Society (IHS). 2018. The International Classification of Headache Disorders – 3rd edition (ICHD-3). Disponível em: https://ichd-3.org/wp-content/uploads/2018/01/The-International-Classification-of-Headache-Disorders-3rd-Edition-2018.pdf
2. Stovner, Lars Jacob et al. 2022. The global prevalence of headache: an update, with analysis of the influences of methodological factors on prevalence estimates. Disponível em: https://thejournalofheadacheandpain.biomedcentral.com/articles/10.1186/s10194-022-01402-2
3. Eigenbrodt, Anna K. et al. 2021. Diagnosis and management of migraine in ten steps. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s41582-021-00509-5
4. Wang, Ziying. 2023. Primary headache disorders: From pathophysiology to neurostimulation therapies. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10106918
5. Wijeratne, Tissa. 2023. Secondary headaches – red and green flags and their significance for diagnostics. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10339125/
6. Cajaraville, Juan Pérez. 2021. Ibuprofen Arginate for Rapid-Onset Pain Relief in Daily Practice: A Review of Its Use in Different Pain Conditions. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33531831/
7. Novalbos, Jesús; Santos, Francisco Abad. 2006. La arginina mejora la eficacia y seguridad del ibuprofeno. Publicado em Actualidad en farmacología y terapêutica.
8. Cattaneo, Dario; Clementi, Emilio. 2010. Clinical pharmacokinetics of ibuprofen arginine. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20925647/
9. Bula Spidufen®, Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda. Disponível em: https://spidufen.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Bula-SPIDUFEN.pdf
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SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. SPIDUFEN É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.
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